26/11/2014

WITH MY OWN TWO HANDS

Posso mudar o mundo com as minhas duas mãos, cantava o Ben Harper.

Pois neste caso não foi bem o mundo que salvámos, mas concerteza que os nossos mundos ficaram um bocadinho mais ricos e bonitos, depois do que as nossas mãos viveram na cerimónia do baci.

Entre os copos (a mais) e as curvas (a mais) acabámos por adormecer quase todos, durante a viagem de Phonxay para Luang Prabang. Chegámos ao nosso destino já noite e ninguém quis jantar "a sério", depois da quantidade de comida que nos fora servida em casa do Xay.

Assim, só no dia seguinte - durante o passeio às Kuang Si Waterfalls - faríamos as fotos que se seguem, para exibir com orgulho os vestígios de uma das tarde mais interessantes desta viagem:




25/11/2014

ACONTECEU EM PHONXAY

Aconteceu há dois dias.

Mas antes de entrar em mais pormenores: onde fica Phonxay?

Phonxay é uma das muitas aldeias que cresceram à beira da estrada entre Vang Vieng e Luang Prabang, onde vivem famílias das minorias étnicas Khmu e Hmong - e onde vive também a família do meu amigo Xay, que é Khmu.

Já por aqui andei noutras voltas, seja por uns dias em casa do meu amigo, seja só de passagem para dizer "olá", quando vou a caminho de Luang Prabang. Mas voltas à parte - porque merece esta aldeia ser título de um post, hoje?

Recuemos dois dias, portanto.

Depois do tubbing e da boa vida em Vang Vieng, metemo-nos numa minivan a caminho de Luang Prabang. Nada de novo na volta propriamente dita, faz parte do programa da Indochina e é a derradeira viagem desta aventura de três semanas, que termina na antiga capital do Laos.

Até aqui, tudo normal.

A novidade é que, na noite anterior a viajarmos, o Xay ligou-me a perguntar se contava passar lá em casa. E quando lhe disse que sim, convidou-nos para almoçar lá em casa. Agradeci e disse-lhe que talvez fosse um pouco demais, onze pessoas a comer em casa dele. Não queria dar trabalho. E só depois de alguma negociação ele cedeu, mas fez questão que lá parássemos por uma hora ou duas. Ia organizar um baci para nós.

E o que é um baci?

Não: nada de chocolates, nem beijinhos, nem poucas-vergonhas.

O baci (literalmente "chamada do espírito") é uma cerimónia que tem origens em tempos remotos, bem mais antiga que o Budismo. Ainda se pratica no Laos e em alguns lugares do Norte da Tailândia, normalmente em ocasiões especiais como casamentos e nascimentos, entrada de um rapaz da família no mosteiro, recuperação de alguma doença, entrada na universidade, gravidezes.

Os membros da comunidade atam fios de algodão branco nos pulsos da(s) pessoa(s) que estão a ser abençoadas no baci, formulando desejos e convocando os espíritos para que os protejam.

No Laos acredita-se que a alma tem 32 espíritos, normalmente chamados de kwan, e cuja função é proteger os 32 órgãos do corpo. O baci é a forma de evocar um ou mais destes espíritos, de maneira a preservar/recuperar o equilíbrio e a harmonia entre o corpo e a alma.

Sendo uma cerimónia de benção, é muito usada quando um filho volta a casa, ou quando vai partir em viagem - e, obviamente, quando há convidados especiais em casa. Foi o nosso caso.

Chegámos a Phonxay para encontrar uma casa cheia. Família e alguns amigos, todos sentados no chão à nossa espera. Sentámo-nos com eles e conversámos um pouco, rimos muito - muitas vezes sem saber do quê. Que energia positiva, a deste povo.

Pouco depois, o Xay chamou-me e a mais uma das pessoas do grupo:

"Sentem-se em frente a este senhor."

Sentámo-nos em frente de dois dos anciões da aldeia. Não pareciam, mas tinham 68 e 72 anos. Dava-lhes, no máximo, 58 e 62. Começaram a recitar fórmulas e a invocar sabe-se lá que kwan, depois começaram a atar fios brancos à volta dos nossos pulsos, e quase sem dar por isso tínhamos dezenas de pessoas a fazer o mesmo. Depois chegaram-se à frente mais alguns dos meus convidados, para repetir o ritual, e num instante aquela divisão transformou-se numa enorme confusão de braços estendidos e outros a dar nós, muitos sorrisos e orações - foi um momento verdadeiramente especial.

É complicado "sacar" de uma máquina, em momentos destes. Normalmente evito "matar" a magia com flashes e clicks. Mas como conhecia a família e havia tanta gente na sala, atrevi-me a clicar um pouco. Nada de especial, foi só com o telefone e meio-a-correr. Mas é o que há:




O fio de algodão branco simboliza a pureza na Paz, Harmonia, Sorte, Saúde, Calor Humano e Espírito de Comunidade.

Supostamente usa-se por três dias, pelo menos. Depois disso pode desatar-se do pulso (nunca cortar!) ou deixar ficar até cair.

Quanto a cerimónia propriamente dita: depois de atados os fios, bebemos shots de lao lao (aguardente de arroz) e garrafas de beer lao.

Saímos aos "esses" - seja por causa do álcool, seja porque a estrada é de montanha e é só curvas e contra-curvas até Luang Prabang.

Que bela tarde, tão cheia de emoções genuínas e boas, energias positivas.

24/11/2014

ACONTECEU EM LUANG PRABANG

Aconteceu hoje.

Já na recta final da viagem, descemos o Mekong de barco, durante uma hora. Visitámos o pequeno templo de uma aldeia à beira-rio e depois seguimos de carrinha para a Kuang Si Waterfall, o lugar onde se realiza o já tradicional piquenique final da Indochina.

Bom dia e boa semana, portanto.

E lembrem-se: por muitas más notícias que nos rodeiem, por muitas tragédias e palhaçadas, surpresas e finalmentes... há sempre um lado sorridente da vida, dos dias, das viagens, das pessoas, das coisas em geral. Há sempre sorrisos - e esperança. Há uma flor de lótus no meio do pântano.

Mesmo que de manhã as nuvens tapem por completo qualquer réstia de céu azul.

À tarde: nunca se sabe.

Como hoje.

Há sempre esperança: que o Azul rasge o Cinzento e o sol brilhe como se fosse Primavera.

Há sempre esperança que aconteça isto:

Belo dia!

ACONTECEU EM SIEM REAP

A notícia que tenho para dar hoje não é uma notícia boa.

E também já vem um bocadinho desactualizada. Por este facto desculpem-me, mas tenho andado a mil com o grupo da Indochina, e no tempo livre que tenho "para mim" apetece-me pouco pensar, escrever, editar, retocar, corrigir, publicar.

Tenho este post aqui "pendurado" desde o fim-de-semana passado. Meteu-se a entrevista no programa do Herman, mais as correrias de Bangkok e as emoções fortes de Vang Vieng...


...enfim.

Aconteceu em Siem Reap, há uma semana atrás, quando lá estava com o grupo. Foi logo na primeira noite. A discoteca "Hip Hop", onde eu próprio já fui vezes em conta, ardeu quase por completo, a meio da noite - em plena "hora de ponta".

Motivo aparente: curto-circuito.

Balanço da tragédia: cinco mortos. Um turista incluído.

E fico-me por aqui. Aconteceu. Não devia ter acontecido, mas aconteceu.

22/11/2014

UM DIA BOM

É um dia bom quando te sentas na câmara de ar e começas a descer o rio.

É um dia bom quando o passas de papo para o ar, remndo devagar com os braços na água fresca, só encostas à margem para beber uma cerveja, para um peixinho grelhado, para dois dedos de conversa e muita gargalhada pelo meio.

É um dia bom quando o dono do bar abre os braços e o sorriso quando te vê, e aperta-te em ambos, feliz pelo reencontro.

É um dia bom. O dia do tubbing.

É daqueles dias.


21/11/2014

AS VOLTAS DOS OUTROS #01

UM DIA DE ALTOS E BAIXOS

“Nem sei como lhe agradecer a sua generosidade” disse eu na esperança que ela entendesse o que estava a dizer. Ela abanava a cabeça em sinal positivo. Fiquei mesmo feliz, gostava que houvesse mais pessoas como esta nepalesa pelo mundo fora, não por me estar a dar algo que precisava mas por serem genuínos e por ajudarem quem precisa.

Tinha de saber o seu nome e quando ela mo disse fiquei boquiaberto com tamanha coincidência, “My name is Tuga*” disse-me ela. Eu sorri, sabendo que por mais que tentasse explicar ela não iria compreender. Agradeci mais uma vez: Dhan ya bad e fui-me embora.

Mas este dia tinha começado há mais de nove horas, começou bem cedo, perto das 2h30m quando o despertador tocou como um martelo na minha cabeça. Estava frio, muito frio. Vesti quase toda a roupa que tinha: uma camisola daquelas que retêm o calor, uma sweat shirt fininha, uma sweat de capuz, um polar e um casaco resistente ao vento. Vesti ainda duas calças, dois pares de meias um gorro e os dois capuzes na cabeça.

Às 3h15m depois dum pequeno-almoço quente começamos a subir. Fomos os primeiros a iniciar a subida. Não se viam luzes, nem nada para cima, apenas para baixo se viam algumas luzes do acampamento onde ficamos. De resto apenas as nossas lanternas na cabeça iluminavam os nossos próximos passos. 

O céu estava lindo! Estrelas por todo lado e a brilharem imenso. Sem nuvens! Um céu como nunca vi. Aliás tão perto nunca estarei das estrelas. Cada vez que parávamos para descansar e recuperar o fôlego eu ficava a olhar para cima. Sim recuperar o fôlego. É que neste dia estávamos a fazer a parte mais difícil e interessante deste trekking de 18 dias à volta do Annapurna. Estávamos a subir dos 4.500m de altitude onde tínhamos passado a noite, em Thorung Phedi, para os 5.416m, na mais alta “passagem de caminhada” do mundo - Thorung La.

A subida era muito íngreme mas ia-se fazendo mais ou menos bem. O frio continuava a apertar mesmo estando a subir e fazer exercício os meus pés pareciam um bloco de gelo. Comecei a aquecer quando o dia começava a nascer e as vistas começavam a aparecer. Um cenário fantástico, com vários picos nevados a cercarem-nos por todos os lados e com aquela cor vermelha que só um nascer do sol pode colocar numa montanha. Lindo! Continuamos a subir e passando os 5.000m as dificuldades de respirar aumentaram o que é perfeitamente normal. Comecei a andar mais devagar. Aproveitava para apreciar a vista com o sol a subir por trás de mim.

Às 7h15m atingi o topo. Cheguei aos 5.416m de altitude, a Thorung La. O maior local onde alguma vez estive e provavelmente onde estarei na minha vida, pelo menos pelos meus pés. Um local marcado pelos chörtens** e pelas dezenas de bandeiras de oração budistas, como se de uma meta se tratasse. Uma placa dava os parabéns a todos que lá chegam. Acho bem, pensei eu. Custou-me cá chegar! Mas consegui. Mais uma coisa que definitivamente marca esta viagem.

Mas se a subida foi difícil o que eu não esperava era pelas dificuldades que se seguiram na descida!

Tinha lido no guia da Lonely Planet que seria difícil, de qualquer forma não esperava que fosse tanto. O guia definia a descida como: “ Knee-busting and sometimes slippery 1.600m descent to Muktinath (3.800m)”. Ou seja, e traduzindo literalmente para bom português: uma descida de 1.600m de altitude que te vão rebentar os joelhos todos, ah e ainda por cima escorregadio às vezes!

Passados trinta minutos já os meus joelhos se estavam a queixar. A certa altura estava a andar tão devagar que disse ao guia e ao Jorge para seguirem que eu chegaria lá ao meu ritmo. Uma descida realmente muito difícil e tal e qual como o guia a descrevia.  Passadas cinco longas e dolorosas horas, lá cheguei a Muktinath.

Aqui aconteceu o episódio mais curioso de todos e daqueles que recordarei para sempre: estava eu a caminhar meio de lado em esforço e uma senhora Nepalesa vira-se para mim e num inglês um pouco mal amanhado diz-me para me sentar. Olhei para ela e sentei-me ao seu lado. Ela sorria. Eu tinha uma cara mais de sofrimento provavelmente.

Ela pergunta-me se estou cansado. Eu respondo que não.

De facto e surpreendentemente, apesar das nove horas a andar não me sinto cansado, apenas tenho dores nos joelhos. Aponto para os joelhos e digo que me dói. Ela sorri, levanta a perna direita das calças e mostra-me uma ligadura à volta do joelho. Nesta altura sorrio. Ok temos os dois a mesma maleita penso eu.

De repente ela abre a mala e tira uma pomada. Diz-me que devo pôr isto. Olha para a pomada e a única coisa que percebo é que é Anti-inflamatória e analgésica, tudo o resto está escrito em Nepalês. Pergunto onde posso comprar e ela responde-me que posso ficar com esta. Pergunto quanto quer pela pomada e ela responde-me que não quer nada, que é um presente (my gift), como ela o disse.

Fiquei para aí uns dois ou três minutos sem dizer nada. Estupefacto. Estará esta coincidência a acontecer mesmo, ou por causa da altitude estou a delirar, pensei eu. Depois não sabia o que dizer, apenas agradeci imensas vezes e tentei dizer-lhe o quanto aquilo significava para mim. Espero sinceramente que ela tenha percebido.

E depois como a cereja no topo do bolo das coincidências quando lhe pergunto o nome, responde-me: Tuga!!! Confesso que me arrepiei! E fiquei a pensar nisto durante as próximas horas.

E se quando há uns tempos atrás numa entrevista na Rádio de Macau me perguntavam se as pessoas eram boas no geral eu respondi sem dúvida que sim, agora ainda mais. Tenho a certeza disso!

*Provavelmente o nome da senhora não se escreve assim. Mas o som é exactamente esse.

**Chörtens são monumentos religiosos, normalmente feitos de pedras que por vezes contem relíquias sagradas e muitas vezes, tal como vi no Tibete e no Nepal apenas um monte de pedras simbolizando uma Stupa ou seja local de oração Budista.

20/11/2014

ACONTECEU EM BANGKOK

Parece mentira, parece ficção, parece algo tirado de um filme - ninguém sabe muito bem o que é, ao certo. Mas aconteceu.

Dois turistas americanos roubaram do Museu do Hospital Siriraj, em Bangkok, vários órgãos humanos preservados - e tentaram enviá-los para Las Vegas, via DHL, em caixas rotuladas com a palavra "toys".

Uma cabeça de criança, um coração adulto, um pé de um bebé e dois pedaços de pele humana.

Aconteceu. Não estou a brincar.

A macabra descoberta aconteceu quando a DHL procedeu ao raio X da mercadoria. Estupefactos, os trabalhadores da empresa contactaram a polícia tailandesa, que identificou dois americanos de 31 e 33 anos, que foram imediatamente detidos. Quando confrontados com o achado, alegaram ter adquirido as partes humanas num mercado nocturno de Bangkok, que não faziam ideia de onde vinham, e que tinham achado aquilo meio bizarro e queriam fazer uma partida aos amigos, em casa.

Sábado à noite, já depois da uma da manhã.

Os oficiais que mantinham os dois americanos detidos tentaram entrar em contacto com as autoridades alfandegárias do país, para perceber o enquadramento legal do sucedido - mas sem sucesso. Os americanos reclamavam pelos seus direitos, insistiam na teoria do mercado nocturno e da brincadeira com os amigos em casa - e os registos criminais disponibilizados pelos EUA pareciam limpos. Sem quaisquer antecedentes.

Foram libertados.

Mas entretanto as câmaras do circuito de videovigilância do Museu revelaram que os dois homens tinham visitado o espaço... apenas um dia depois de aterrarem em Bangkok. E um dia antes de tentarem enviar as encomendas para os Estados Unidos.

As autoridades tailandesas tentaram ontem contactar os dois americanos - mas por esta altura os dois anormais, desculºemme o francês, já tinham saído do país, para o Cambodja, onde muito provavelmente também já não estão.

A Interpol lançou um mandato de busca, o FBI diz que não sabe se o sucedido constitui motivo para investigação - mas os tailandeses exigem saber mais, inclusive acerca das pessoas a quem as encomendas estavam endereçadas.

Isto aconteceu mesmo.

Aconteceu em Bangkok.

Superstição ou brincadeira de mau gosto, encomenda especial de coleccionadores excêntricos, mercado negro sabe-se lá do quê... fala-se até de bruxaria, neste estranho caso - mas ainda ninguém percebeu a motivação, se é que há alguma além de pura estupidez e uma falta de respeito colossal - e neste momento, na Tailândia, há já uma acusação por roubo e violação de um museu, além de deliberadamente terem mentido nas declarações alfandegárias... para mim, isto é só mais uma faceta de um complexo de superioridade a vários níveis, muito mais abrangente. Mas quem sou eu para teorizar.

Aconteceu em Bangkok. E não acabou aqui.

Ao que parece, estes dois valentes americanos já se tinham metido em trabalhos há dez anos, em San Diego, por filmarem vários sem-abrigo a lutar violentamente. Pagavam-lhes um punhado de dólares e depois incentivavam-nos a espancarem-se uns aos outros; filmavam tudo e mais tarde vendiam os videos na internet - e sim, há quem compre disto.

Agora é a imprensa a denunciar o tratamento preferencial que é dado aos estrangeiros pela polícia - se fosse com tailandeses, dizem, nunca os teriam libertado. E a polícia a acusar as autoridades alfandegárias por não atenderem o telefone às duas da manhã de domingo. E há quem diga que os larápios tiveram ajuda de alguém do staff do Museu. E mais não sei quantas teorias, conspirações, sonhos, argumentos de filme de Hollywood.

É triste.

A estes energúmenos não lhes basta causarem problemas nos próprios países: atravessam meio-mundo para isto.

Desculpem-me o desabafo, mas até confirmação de algo mais grave:

Mimados de merda - é o que é.

BOM DIA, BANGKOK

Estou em Bangkok. Quase-quase a embarcar no comboio que nos levará, a mim e ao grupo pela noite fora, até à fronteira da Tailândia com o Laos. Daqui a nada lá vamos nós, de tuktuk pelo caos desta cidade louca, a caminho da estação de Hua Lamphong.

Passámos o dia a explorar os principais monumentos da capital tailandesa. Comemos o famoso pad thai num mercado de rua perto do palácio, andámos de barco no rio Chao Phraya, como os locais... fizemos compras e para alguns houve até tempo para massagens. Isto depois de ontem à noite termos bebido um mojito a 64 andares de altura, no Sirocco; e de passarmos a noite a dançar ao ritmo de rock tailandês. Nada mau. Esta é uma passagem rápida que sabe sempre a pouco, mas que serve como uma espécie de provocação, quem sabe para um eventual regresso.

Muito rapidamente porque tenho mesmo que ir para o comboio: hoje partilho aqui no blog algumas fotos retiradas do álbum "Best of Indochina", que vou "alimentando" no meu perfil de facebook. Espreitem o link, se tiverem curiosidade em conhecer mais cores desta viagem pela qual sou apaixonado.










E para os curiosos acerca da viagem propriamente dita, "passem" por este link:
http://www.nomad.pt/indochina-com-jorge-vassallo

18/11/2014

HOJE, EM ANGKOR

As emoções fortes vividas hoje foram muito mais que só uma entrevista para um programa de televisão. Hoje assisti a um dos nascer-do-sol mais bonitos em Angkor Wat; revisitei templos milenares e montes de pedras que bem conheço, mas que nunca me deixam de surpreender. Sempre a aprender. Sempre a apreender.

Ficam umas fotos - todas tiradas com o telefone! -, assim-muito-rapidamente porque já se faz tarde e tenho sono a pôr em dia.

Amanhã prosseguimos viagem para Bangkok.






Mais sobre esta viagem em:
http://www.nomad.pt/indochina-com-jorge-vassallo

EM DIRECTO DO CAMBODJA

Acabei de dar uma entrevista na RTP1, foi uma conversa rápida com o Herman José, a ver se consigo a gravação para partilhar aqui.

E já agora: desculpem o silêncio dos últimos dias, tem sido uma viagem intensa e cheia de emoções boas, esta que estou a fazer com o grupo da Nomad pela Indochina.

Já conversamos! :)

12/11/2014

BITCH, PLEASE!

Ainda a ressacar a viagem-estreia ao Egipto (apesar de pelo meio já ter ido à Malásia, Birmânia e Tailândia), não posso deixar passar a oportunidade de partilhar aqui uma das mais recentes "descobertas".

E não: não estou a falar de lugares secretos, países novos, cidades ou campo.

Estou a falar de uma página no facebook.

Que viagem!

Chama-se Bitch, Please e têm de a conhecer! :)

Fica aqui uma amostra do que podem encontrar lá. Há muito mais, mas eu gostei especialmente da temática dos hieroglifos, e são esses que vou aqui partilhar. Mas visitem a página, é obrigatória!













11/11/2014

UM DIA COMO OUTRO QUALQUER

As fotos que se seguem podem impressionar algumas pessoas mais sensíveis. E, no entanto, são um retrato fiel de um dia normalíssimo em Hanói.

Bem-vindos a um dia como outro qualquer, nas ruas da capital do Vietname: