13/03/2014

BEST OF INDOCHINA 18 (VIETNAME)

Terminou ontem mais uma edição da Indochina.

Foram dezoito dias intensos e muito divertidos - tenho agora quatro dias para "recuperar". E no domingo arranca mais uma viagem.

Assim sendo, vamos lá fazer um insta-balanço. Eis algumas das cores e dos sorrisos que tornaram tão especial esta primeira semana da viagem, no Vietname:











































08/03/2014

FELIZ DIA DA MULHER

Tenho várias ideias para posts a comemorar o dia de hoje... mas estou tão cansado, tão cansado, tão cansadoooo... peço desculpa a todas as mulheres que acompanham este blog, mas vou deixar mais considerações para amanhã ou depois.

Não sei se serve como desculpa, mas pelo menos que atenue: hoje passei o dia todo no tubbing, em Vang Vieng. Eu, nove mulheres e um homem. E muito remei, rio-acima e rio-abaixo, para manter o grupo mais ou menos unido durante a descida do rio.

Daí o cansaço. Não sei como consegui forças para escrever estes três capítulos, editar a foto que aí vem... e publicar este post. Um feliz Dia da Mulher para todas!

Mulheres no Laos

07/03/2014

NO COMBOIO DA AMIZADE

O Friendship Train atravessa o rio Mekong, entre Nong Khai e Thanaleng - ligando a Tailândia ao Laos.

Hoje o comboio nocturno que apanhámos em Bangkok chegou a horas à fronteira e viemos directos para Vang Vieng, sem parar em Vientiane. Ou seja: chegámos a tempo de alugar umas motas e almoçar junto à Lagoa Azul. Que dia!

A 18ª edição da Indochina entra agora na recta final... e está-se tããão bem no Laos!

05/03/2014

UM CLICK COLORIDO

Uma vez ensinaram-me que, sempre que visitar ruínas antigas e templos, devo levar roupa colorida. Diz-que-fica melhor nas fotografias, por causa do contraste com a pedra.


OUTRO SONHO


A propósito de sonhos:

Já não é a primeira, nem a segunda, nem a terceira vez, mas na semana passada apareceu-me o Cristiano Ronaldo num sonho. Às vezes acontece-me. E sempre que o famoso jogador do Real Madrid aparece, dá-me conselhos, transmite energia positiva, incentiva-me a lutar, etc. O CR7 tem, normalmente, um papel paternalista, ou de conselheiro. Vá-se lá entender os sonhos.

Mas esta sua última aparição foi diferente. Neste sonho, estávamos ambos numa varanda de um hotel de cinco estrelas em Marrocos. A arquitectura fazia-me lembrar o CCB. Connosco estavam dois velhotes, penso que um deles era o Blatter, aquele da FIFA, mas não tenho a certeza. O outro não me consigo lembrar.

No sonho, eu estava de mochila às costas - e o Cristiano parecia fascinado com isso. Dizia-me que o seu sonho era viajar à aventura, que tinha uma tristeza enorme em nunca ter partido pelo mundo, que agora tinha uma vida muito ocupada e que provavelmente nunca poderia viajar assim. Mas eu respondi-lhe que não - que, se quisesse, podia tirar algum tempo e viajar

"Sim", diziam-lhe os velhotes, "Parte à aventura, vai viajar, podes ir passar uns dias até Ibiza, ou Marbella..."

Mas ele olhava para mim com cara de "eles-não-nos-entendem" e abanava a cabeça de um lado para o outro, e depois explicava aos velhotes que não queria esse tipo de viagem, que o seu sonho era ir à aventura, viajar de mochila na Ásia, etc.

Entretanto os velhotes foram embora, nós estávamos a conversar sobre viagens quando um telefone começou a tocar.

"É o teu?", perguntei-lhe.

"Não... eu deixei o meu a carregar, no quarto."

E então percebi que havia um telemóvel no muro, a vibrar e a tocar - e de repente percebi que aquilo era uma bomba.

"Corre!!!", gritei para o Ronaldo.

Desatámos os dois a fugir, por um corredor, e então uma explosão enorme destruiu tudo atrás de nós. À Hollywood, com uma bola de fogo em pano de fundo, nós a correr e eu apavorado, "mas o que é isto?"

Continuámos a correr por corredores e salas iluminadas com luzes de neon, mas vá-se lá perceber porquê, o CR7 começou a insistir que tinha de ir pagar a conta do quarto, eu a responder que não era tempo para fazer isso, "deixa estar, depois vens cá pagar, agora temos de fugir porque alguém te quer matar, é uma boa oportunidade para desapareceres, se quiseres fazes agora a viagem que querias fazer", mas ele insistia que queria pagar a conta do quarto, que não podia fugir sem pagar.

"Tu és o Cristiano Ronaldo", dizia eu, "alguém há-de ir lá pagar por ti, o teu agente ou outra pessoa, não te preocupes, e se ninguém for vais lá tu depois, mas agora foge e salva a tua vida!"

Mas ele não me ouvia, estava obcecado com a ideia de pagar o quarto, e não houve como convencê-lo do contrário. Tive de o acompanhar à recepção do hotel - que entretanto era o Marina Bay Sands de Singapura - e então entregou o seu cartão de crédito para pagar o quarto... mas devo ter acordado, porque não me lembro de mais nada.

03/03/2014

BOM DIA, PANCADARIA

Ontem o Leang - um dos meus drivers de Phnom Penh - desafiou-me para ir ver um combate de boxe tradicional cambodjano. Já sabia da obsessão nacional com este muay thai que não é bem muay thai (os cambodjanos insistem que não é bem a mesma coisa, e que o tailandês é que é uma cópia da versão cambodjana) mas nunca me tinha passado pela cabeça assistir a um combate aqui.

E que bem fez ele em desafiar-me. Perguntei ao grupo que me acompanha nesta volta pela Indochina se alguém queria vir comigo num "extra programa"... e consegui convencer três curiosas. Ao fim da tarde, enquanto algumas pessoas foram fazer massagens, outros sentaram-se na esplanada do FCC a beber gin tónicos e martinis - e nós fomos ver boxe.

Nós e um pequeno estádio - ou, para ser mais correcto, um enorme estúdio de televisão - cheio de cambodjanos. Eramos os únicos estrangeiros e obviamente o centro das atenções, nos primeiros instantes - mas rapidamente todos os olhos se fixaram no ringue, onde a acção acontecia.

Foi uma experiência muito interessante, e que vou recomendar em futuras visitas. Os combates repetem-se todos os fins-de-semana - e coincidência-ou-não, é aos fins-de-semana que costumo estar em Phnom Penh com os grupos da Nomad.

Fica um click da tarde passada ontem entre gritos, aplausos e muita pancada:



UM SONHO


Não é costume descrever aqui os meus sonhos... mas quem me conhece sabe que me lembro ao pormenor de muitos - e normalmente são "uma autêntica viagem".

Assim, e porque este blog é essencialmente sobre viagens, cá vai:

Este fim-de-semana sonhei que estava numa espécie de triciclo supersónico, a descer a costa oriental americana com um dos meus primos, a caminho de Miami. Ele acelerava e eu travava - mas os travões não funcionavam muito bem. Depois de algumas peripécias na estrada e uma paragem em casa da minha mãe (na Praia das Maçãs), voltei de Miami para Lisboa, de avião, e quando cheguei alguns amigos perguntaram-me porque tinha demorado tanto tempo a voltar da Indochina para Portugal, e eu contei-lhes que tinha "ido num instante" a Miami, visitar o meu amigo Manel. Mas ninguém acreditava em mim.

Depois, já nem sei se era o mesmo sonho ou outro, mas vi-me transportado para a Madeira, onde estava a fazer trekking com um amigo de Lisboa, nuns trilhos muito apertados que atravessavam aldeias. Ele estava aflito para ir à casa-de-banho e só depois de eu insistir muito é que foi "fazer" ao pé de uma árvore, enquanto eu esperava junto a umas cabanas de madeira e palha, como aquelas que se encontram junto à estrada que liga Vientiane a Luang Prabang, no Laos. Entretanto vi numa dessas cabanas uns talheres muito giros, em inox, e guardei alguns garfos e facas comigo. Mas quando arrancámos para o nosso passeio outra vez, arrependi-me de os ter trazido comigo e fiquei cheio de remorsos. Então pedi ao meu amigo para voltarmos às aldeias, para devolver os talheres, mas estávamos tão longe - estávamos em Sintra! - e já não sabíamos o caminho de volta. A estrada agora dava acesso a uns muros e telhados, e tivemos de encontrar a saída saltando de muro em muro.

Entretanto fomos parar a uma carruagem de comboio. Parámos no Rossio e o meu amigo saiu a correr, e eu atrás dele. Mas ele ia muito rápido, eu não percebia o porquê de tanta pressa e se ao princípio tentei acompanhá-lo, a certa altura desisti e abrandei. Encontrei-o à porta do metro, à minha espera, como se não fosse nada.

Quando acordei, estava em Saigão.

02/03/2014

COM VISTA SOBRE PHNOM PENH

Do meu quarto no quarto andar (sem elevador) em Phnom Penh, tenho vista sobre o prédio em frente, que à noite se ilumina com os neons dos prédios em volta.

Bom dia - e bom fim de fim-de-semana.

01/03/2014

COM VISTA SOBRE SAIGÃO

Do meu quarto num sexto andar (sem elevador) em Saigão, tenho vista sobre a cidade e sobre outros vizinhos que têm vista sobre a cidade.

Bom dia, vizinho do 4º andar do prédio em frente.