Era assim a assinatura da Optimus, não era?
Pois bem... lembras-te daquele anúncio filmado na Índia, em que um rapaz português e uma rapariga indiana se atiram de um prédio para uma multidão em delírio, depois dela fugir dos pais?
Lembras-te que havia uma torre com um relógio... eu lembro-me. Lembro-me porque já lá tinha estado duas vezes – o filme foi feito em Jodhpur.
Estive pela terceira vez na Cidade Azul – e exactamente no mesmo sítio onde foi feito o anúncio da Optimus, perdi o meu telemóvel indiano.
22/03/2007
ISHAAK
Estivemos em Jaipur, e estivemos com o Ishaak. Não era suposto, mas encontrámo-lo mesmo à última, antes de irmos embora e depois da Joana ter um encontro imediato de 3º grau com um gajo que adivinhou a vida toda dela, só através das “energias”.
Foi assim: enquanto a Joana falava com o bruxo, eu fiquei a fumar um cigarro com o nosso “rickshaw driver”. Conversa-puxa-conversa e perguntei-lhe se conhecia o Ishaak, claro que sim, eram quase melhores amigos, ele ligou-lhe e passou-me o telefone, quando o Ishaak atendeu foi só eu dizer “adivinha quem fala” e ele fica meio-abananado, depois manda um berro “Geoooooorge!!!!”
O Ishaak já não é guia, tem uma loja só dele (uma bela loja!), está um senhor. Tem dois carros, quatro filhos, um adoptado a quem apresentou o Uncle. Mostrou-nos a loja, deu-nos presentes, mandou umas lembranças para o Manel, Foca e KAMAL HASSAN, e no fim ainda vendeu umas coisas à Joana, a um preço que provavelmente cobre as ofertas enviadas para Portugal, ehehh. Tudo sempre com o mesmo estilo, mas agora muito mais refinado.
Lembrámos histórias antigas (ex: a poça de água que atravessámos com o Maruti em Mandawa!), ainda insistiu para ficarmos em Jaipur mas felizmente tinhamos um comboio para apanhar.
Foi assim: enquanto a Joana falava com o bruxo, eu fiquei a fumar um cigarro com o nosso “rickshaw driver”. Conversa-puxa-conversa e perguntei-lhe se conhecia o Ishaak, claro que sim, eram quase melhores amigos, ele ligou-lhe e passou-me o telefone, quando o Ishaak atendeu foi só eu dizer “adivinha quem fala” e ele fica meio-abananado, depois manda um berro “Geoooooorge!!!!”
O Ishaak já não é guia, tem uma loja só dele (uma bela loja!), está um senhor. Tem dois carros, quatro filhos, um adoptado a quem apresentou o Uncle. Mostrou-nos a loja, deu-nos presentes, mandou umas lembranças para o Manel, Foca e KAMAL HASSAN, e no fim ainda vendeu umas coisas à Joana, a um preço que provavelmente cobre as ofertas enviadas para Portugal, ehehh. Tudo sempre com o mesmo estilo, mas agora muito mais refinado.
Lembrámos histórias antigas (ex: a poça de água que atravessámos com o Maruti em Mandawa!), ainda insistiu para ficarmos em Jaipur mas felizmente tinhamos um comboio para apanhar.
21/03/2007
E POR FALAR EM CRICKET...
Não se fala de outra coisa: o Paquistão perdeu pela segunda vez consecutiva, ficando assim eliminado da prova.
Mas o choque maior nem é a fraca prestação dos vizinhos aqui do subcontinente. A notícia que abre os telejornais, o assunto de todas as conversas neste canto do planeta é o facto de, na manhã seguinte ao jogo, o treinador ter sido encontrado morto no seu quarto de hotel.
Fala-se de ataque cardíaco, fala-se de suicídio, fala-se de muita coisa e eu já estou a temer o pior. Começa mais uma novela, quando houver novidades eu conto.
Mas o choque maior nem é a fraca prestação dos vizinhos aqui do subcontinente. A notícia que abre os telejornais, o assunto de todas as conversas neste canto do planeta é o facto de, na manhã seguinte ao jogo, o treinador ter sido encontrado morto no seu quarto de hotel.
Fala-se de ataque cardíaco, fala-se de suicídio, fala-se de muita coisa e eu já estou a temer o pior. Começa mais uma novela, quando houver novidades eu conto.
INDIA vs BERMUDA
Ontem fiquei acordado até mais tarde, a ver o jogo com os gajos do hotel. Foi o maior resultado de sempre num Mundial de Cricket – e mesmo assim a selecção indiana ainda não convenceu. Depois de ter perdido o primeiro jogo contra o Bangladesh, resta o Sri Lanka, vamos lá ver se consegue passar à fase final.
20/03/2007
TAJ MAHAL 2 – O REGRESSO
Dizem os entendidos que as sequelas estragam o conceito do filme original. Há quem defenda, com alguns exemplos, que é o contrário: a sequela é quase sempre melhor que o primeiro.
Eu só tenho a dizer que, mesmo à segunda, o Taj continua a deslumbrar.
Let the pictures speak!
Eu só tenho a dizer que, mesmo à segunda, o Taj continua a deslumbrar.
Let the pictures speak!
19/03/2007
OLHÓ TAJ!
Comboio para Agra, riquexó para o Southern Gate – uma odisseia, porque o Hamid enganou-se no nome do hotel, mas desta vez passa.
Visitámos o Agra Fort, atravessámos uma ponte espectacular para o outro lado do rio e vimos o Baby Taj, depois quando o dia estava quase a acabar o riquexó levou-nos a um lugar junto ao rio... meus amigos (Manel, Foca e Lencastre incluídos), é só um dos melhores spots de Agra, com o Taj do outro lado, o reflexo na água, uma mão cheia de gente a aproveitar o momento mas nada de multidões. Como diria o Xixo, fantaaaastic!
Visitámos o Agra Fort, atravessámos uma ponte espectacular para o outro lado do rio e vimos o Baby Taj, depois quando o dia estava quase a acabar o riquexó levou-nos a um lugar junto ao rio... meus amigos (Manel, Foca e Lencastre incluídos), é só um dos melhores spots de Agra, com o Taj do outro lado, o reflexo na água, uma mão cheia de gente a aproveitar o momento mas nada de multidões. Como diria o Xixo, fantaaaastic!
OBIKWELU
Vamos mesmo a Dhramsala, por isso toca a despachar. A New Delhi Railway Station tem um escritório de reservas só para estrangeiros – um luxo! – por isso passámos parte da manhã a preparar um itinerário: Agra, Jaipur, Jodhpur, Bikaner e Amritsar. Bikaner acabou por ficar pelo caminho, o comboio estava esgotado – e assim ficamos com uma semana já mais ou menos programada, sempre a abrir, nem o Obikwelu consegue ser tão rápido.
E por falar em Obikwelu!
Estava eu sentado a “negociar” o itinerário com o senhor das reservas, quando se senta ao meu lado um gajo que queria comprar um bilhete para Bombaim. Começamos à conversa, o rapaz apresenta-se, é da Nigéria e está a fazer um MBA ou qualquer coisa do género em Delhi, e tem um apelido que é familiar a todos os portugueses. Isso mesmo. O rapazinho das medalhas, aquele do anúncio da Netcabo.
“Há um Obikwelu muito famoso em Portugal.”, digo eu todo orgulhoso.
“O atleta? É meu primo!”
E por falar em Obikwelu!
Estava eu sentado a “negociar” o itinerário com o senhor das reservas, quando se senta ao meu lado um gajo que queria comprar um bilhete para Bombaim. Começamos à conversa, o rapaz apresenta-se, é da Nigéria e está a fazer um MBA ou qualquer coisa do género em Delhi, e tem um apelido que é familiar a todos os portugueses. Isso mesmo. O rapazinho das medalhas, aquele do anúncio da Netcabo.
“Há um Obikwelu muito famoso em Portugal.”, digo eu todo orgulhoso.
“O atleta? É meu primo!”
18/03/2007
HIMALAIAS... PORQUE NÃO?
O Hamid esteve connosco até ao fim da tarde, depois voltou para Dharamsala mas não sem antes desafiar a Joana a vir lá comigo visitá-lo. Supostamente iamos ficar às voltas pelo Rajastão... vamos lá ver o que é que se consegue arranjar.
Mais tarde:
Estivemos a “fazer contas”, e se conseguirmos ser mesmo muito-muito rápidos, até dá para ir a Dhraamsala.
Mais tarde:
Estivemos a “fazer contas”, e se conseguirmos ser mesmo muito-muito rápidos, até dá para ir a Dhraamsala.
COMEÇA A MARATONA
Partida! Largada! Fugida!
A Janota tem duas semanas para ver e fazer o máximo possível, não há tempo a perder, nem sei porque é que estou aqui sentado à frente do computador, a escrever, que desperdício de tempo!
Djaldi, djaldi... Chello!
A Janota tem duas semanas para ver e fazer o máximo possível, não há tempo a perder, nem sei porque é que estou aqui sentado à frente do computador, a escrever, que desperdício de tempo!
Djaldi, djaldi... Chello!
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