Não se fala de outra coisa: o Paquistão perdeu pela segunda vez consecutiva, ficando assim eliminado da prova.
Mas o choque maior nem é a fraca prestação dos vizinhos aqui do subcontinente. A notícia que abre os telejornais, o assunto de todas as conversas neste canto do planeta é o facto de, na manhã seguinte ao jogo, o treinador ter sido encontrado morto no seu quarto de hotel.
Fala-se de ataque cardíaco, fala-se de suicídio, fala-se de muita coisa e eu já estou a temer o pior. Começa mais uma novela, quando houver novidades eu conto.
21/03/2007
INDIA vs BERMUDA
Ontem fiquei acordado até mais tarde, a ver o jogo com os gajos do hotel. Foi o maior resultado de sempre num Mundial de Cricket – e mesmo assim a selecção indiana ainda não convenceu. Depois de ter perdido o primeiro jogo contra o Bangladesh, resta o Sri Lanka, vamos lá ver se consegue passar à fase final.
20/03/2007
TAJ MAHAL 2 – O REGRESSO
Dizem os entendidos que as sequelas estragam o conceito do filme original. Há quem defenda, com alguns exemplos, que é o contrário: a sequela é quase sempre melhor que o primeiro.
Eu só tenho a dizer que, mesmo à segunda, o Taj continua a deslumbrar.
Let the pictures speak!
Eu só tenho a dizer que, mesmo à segunda, o Taj continua a deslumbrar.
Let the pictures speak!
19/03/2007
OLHÓ TAJ!
Comboio para Agra, riquexó para o Southern Gate – uma odisseia, porque o Hamid enganou-se no nome do hotel, mas desta vez passa.
Visitámos o Agra Fort, atravessámos uma ponte espectacular para o outro lado do rio e vimos o Baby Taj, depois quando o dia estava quase a acabar o riquexó levou-nos a um lugar junto ao rio... meus amigos (Manel, Foca e Lencastre incluídos), é só um dos melhores spots de Agra, com o Taj do outro lado, o reflexo na água, uma mão cheia de gente a aproveitar o momento mas nada de multidões. Como diria o Xixo, fantaaaastic!
Visitámos o Agra Fort, atravessámos uma ponte espectacular para o outro lado do rio e vimos o Baby Taj, depois quando o dia estava quase a acabar o riquexó levou-nos a um lugar junto ao rio... meus amigos (Manel, Foca e Lencastre incluídos), é só um dos melhores spots de Agra, com o Taj do outro lado, o reflexo na água, uma mão cheia de gente a aproveitar o momento mas nada de multidões. Como diria o Xixo, fantaaaastic!
OBIKWELU
Vamos mesmo a Dhramsala, por isso toca a despachar. A New Delhi Railway Station tem um escritório de reservas só para estrangeiros – um luxo! – por isso passámos parte da manhã a preparar um itinerário: Agra, Jaipur, Jodhpur, Bikaner e Amritsar. Bikaner acabou por ficar pelo caminho, o comboio estava esgotado – e assim ficamos com uma semana já mais ou menos programada, sempre a abrir, nem o Obikwelu consegue ser tão rápido.
E por falar em Obikwelu!
Estava eu sentado a “negociar” o itinerário com o senhor das reservas, quando se senta ao meu lado um gajo que queria comprar um bilhete para Bombaim. Começamos à conversa, o rapaz apresenta-se, é da Nigéria e está a fazer um MBA ou qualquer coisa do género em Delhi, e tem um apelido que é familiar a todos os portugueses. Isso mesmo. O rapazinho das medalhas, aquele do anúncio da Netcabo.
“Há um Obikwelu muito famoso em Portugal.”, digo eu todo orgulhoso.
“O atleta? É meu primo!”
E por falar em Obikwelu!
Estava eu sentado a “negociar” o itinerário com o senhor das reservas, quando se senta ao meu lado um gajo que queria comprar um bilhete para Bombaim. Começamos à conversa, o rapaz apresenta-se, é da Nigéria e está a fazer um MBA ou qualquer coisa do género em Delhi, e tem um apelido que é familiar a todos os portugueses. Isso mesmo. O rapazinho das medalhas, aquele do anúncio da Netcabo.
“Há um Obikwelu muito famoso em Portugal.”, digo eu todo orgulhoso.
“O atleta? É meu primo!”
18/03/2007
HIMALAIAS... PORQUE NÃO?
O Hamid esteve connosco até ao fim da tarde, depois voltou para Dharamsala mas não sem antes desafiar a Joana a vir lá comigo visitá-lo. Supostamente iamos ficar às voltas pelo Rajastão... vamos lá ver o que é que se consegue arranjar.
Mais tarde:
Estivemos a “fazer contas”, e se conseguirmos ser mesmo muito-muito rápidos, até dá para ir a Dhraamsala.
Mais tarde:
Estivemos a “fazer contas”, e se conseguirmos ser mesmo muito-muito rápidos, até dá para ir a Dhraamsala.
COMEÇA A MARATONA
Partida! Largada! Fugida!
A Janota tem duas semanas para ver e fazer o máximo possível, não há tempo a perder, nem sei porque é que estou aqui sentado à frente do computador, a escrever, que desperdício de tempo!
Djaldi, djaldi... Chello!
A Janota tem duas semanas para ver e fazer o máximo possível, não há tempo a perder, nem sei porque é que estou aqui sentado à frente do computador, a escrever, que desperdício de tempo!
Djaldi, djaldi... Chello!
17/03/2007
DELHI-CIOUS!
“Karim, in a small courtyard off Matya Mahal, about 8 shops down from the Jama Masjid, is not visible from the road. One of the city’s most popular and famous restaurants, Karim has been run by descendants of the cooks of Mughal royalty since 1913. Menu full of rich, meaty meals.”
Esta é a descrição que o meu guia faz do restaurante onde o Hamid me levou a almoçar. Ainda estou a digerir o choque gastronómico, por isso vou dispensar considerações, pelo menos por enquanto. Apesar de não ter sido muito feliz na minha escolha, confesso.
Serviam cérebro de carneiro, mas não experimentei.
Esta é a descrição que o meu guia faz do restaurante onde o Hamid me levou a almoçar. Ainda estou a digerir o choque gastronómico, por isso vou dispensar considerações, pelo menos por enquanto. Apesar de não ter sido muito feliz na minha escolha, confesso.
Serviam cérebro de carneiro, mas não experimentei.
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